Você conhece este hino ?

SOCORRA-ME [Senhor]

Senhor, ajuda-me a andar
Mais um tanto, só mais um tanto;
Pois estou cansado de andar sozinho.

Senhor, ajuda-me a sorrir
Mais um sorriso, só mais um sorriso;
Eu sei que já não consigo fazer isso sozinho.

Eu nunca pensei que fosse precisar de ajuda antes;
Eu sempre pensei que pudesse fazer sozinho.
Agora eu sei que não consigo mais.

Com o coração humilde, e de joelhos,
Eu estou implorando, por favor, me ajude

Venha a mim do seu trono dourado
Para me mostrar humildade

Eu preciso sentir o toque da sua mão terna.
Remova as correntes da escuridão dos meus olhos

E deixe-me ver, Senhor deixe-me ver;
Aonde eu me encaixo em seu plano eterno.

Eu nunca pensei que fosse precisar de ajuda antes;
Eu sempre pensei que pudesse fazer tudo sozinho.
Agora eu sei que não consigo mais.

Com o coração humilde, e de joelhos,
Eu estou implorando, por favor, me ajude .

 
Reconheceu ? Veja o vídeo.

Daí se começou a invocar o nome do SENHOR

Em Gênesis 4:26, lemos:
.
"A Sete nasceu-lhe também um filho, ao qual pôs o nome de Enos; daí se começou a invocar o nome do SENHOR".

Este texto maravilhoso poderia ser desprezado mil vezes por mim ao passar por ele na minha leitura da Bíblia. Mas, graças ao Senhor, a bondade e o amor Dele é que nos levam a ganhar as riquezas que a Sua Palavra reserva para nós.

O livro de Gênesis é certamente o livro dos começos na Bíblia. É um livro que parece querer mostrar as origens das coisas espirituais. As palavras "daí se começou..." revelam que este trecho do livro está mostrando o início de uma prática espiritual. Estas mesmas palavras também mostram que naquela época aconteceu alguma coisa que provocou, que deu início ao que se está explicando.

Vejamos então o contexto do versículo. É o último versículo do capítulo 4, que conta a história dos filhos de Adão e Eva: Caim, Abel e Sete. O capítulo começa com o nascimento e a história de Caim e Abel. No v. 16, após Deus ter tratado com Caim a questão do seu pecado de fratricídio, Caim sai da presença de Deus e vai morar na terra de Node. Começa então, a história da sua descendência (sempre contando os começos das coisas, como o começo da música, o começo das armas), até o v. 24. No v. 25, é dito que Adão e Eva tiveram outro filho - Sete. O nosso versículo é o 26, que conclui a história.

A história de Caim e Abel pode ser considerada uma segunda queda na experiência humana. Na primeira queda, Adão e Eva, após desobedecerem, foram expulsos do jardim do Éden, para que não tivessem acesso à Árvore da Vida. Neste capítulo 4, é mostrado o homem se envolvendo com o pecado mais profundamente - inveja, homicídio, vingança, orgulho, lascívia. Podemos dizer que, quando termina o relato sobre a descendência de Caim, um esboço do que acontece na sociedade humana desde então até a época atual está desenhado: a falta da presença do Senhor, o trabalho pela subsistência, a autoexaltação do homem, a busca do poder por meio da beleza pelas mulheres (uma das mulheres da história se chama Ada, que significa "ornamento", outra se chama Naamá, que significa "beleza"), o entretenimento e a violência.

Quando nasceu Sete, cujo nome significa "compensação", Eva teve uma experiência com Deus. Ela sentiu que Ele estava lhe dando aquele filho porque Abel lhe havia sido tirado. Após 105 anos (Gn 5:6), Sete teve um filho também. O nome Enos significa "fraco, frágil e mortal". O texto não diz quem deu esse nome e nem quem começou a invocar o nome do Senhor. Talvez seja aquela família - Sete, sua esposa, e talvez os seus pais, Adão e Eva, e também outros.

Esta é a história de quando se começou a invocar o nome do Senhor. A sociedade humana estava se organizando sem Deus, uma vida frágil e mortal estava surgindo. Talvez a esperança de Eva de que, com o nascimento de Sete, a vida humana pudesse ser algo mais próxima do que eles haviam experimentado no jardim do Éden, tivesse sido abatida naqueles cento e poucos anos. É possível que a família de Adão sentisse medo da violência. A busca da subsistência podia estar oprimindo os corações deles. Pior de tudo: eles podiam estar sentindo que o mal não reside só fora do homem, mas também dentro. No seu interior, o homem tem a violência, o orgulho, a lascívia, a inveja, etc.

Este começo mostra que, diante da fragilidade, os homens começaram a invocar o nome do Senhor. A expressão "invocar o nome do Senhor" aparece muitas outras vezes na Bíblia. Se tomarmos qualquer Bíblia eletrônica e fizermos uma busca pela palavra "invocar", ou "invocou", um número bem grande de versículos mostrarão Abraão, Isaque, Samuel, Davi, Elias, Jeremias invocando o nome do Senhor.

No Novo Testamento, vemos Pedro citando o profeta Joel: "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (At 2:21), quando, pelo poder do Espírito, estava levando muitos judeus à salvação no dia de pentecostes. Estêvão, quando morria, "invocava o Senhor e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito" (At 7:59).

Interessante a experiência de Paulo. Em At 9:14 e 21, vemos que ele conseguiu autorização dos principais dos judeus para prender os que invocavam o nome do Senhor. Em At 22:16 ele mesmo está contando que, ao ser batizado por Ananias, este lhe disse

"E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele".

Em 1 Co 1:2, vemos os destinatários de uma de suas cartas

igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso".

Em Rm 9:13 e 14, ele relaciona o invocar o nome do Senhor com a salvação, da mesma forma que Pedro:

"Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, porém, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue"?

Aqui é necessário um parêntese. Há uma diferença no nome Senhor entre o Antigo e o Novo Testamentos. No Antigo Testamento, Senhor é frequentemente usado para o nome de Jeová, ou Javé, ou Eterno em algumas traduções mais novas. Neste caso ele vem todo em maísculas. Então vemos em Gênesis os santos invocando o nome do SENHOR, isto é, o nome de Javé. É o nome que Deus deu a Moisés, quando este perguntou em nome de quem ele iria falar aos filhos de Israel. No Novo Testamento, quando Paulo queria prender os que invocavam o nome do Senhor, não era o nome de Javé. Esse nome é o do Senhor Jesus. Jesus é um nome composto de duas raízes: uma é "Jeová" ou "Javé" e a outra é "salvação".

Então, o que vimos até aqui, para que possamos praticar? Permitam-me listar: vimos que, ao experimentar a fragilidade, o homem começou a invocar o nome do Senhor; vimos que muitos dos que amaram ao Senhor e o serviram invocaram o nome do Senhor; vimos que no Novo Testamento, invocar o nome do Senhor Jesus foi considerado um meio de ser salvo e também foi considerado uma característica daqueles que seguem a Jesus.

Isso nos mostra que invocar o nome do Senhor é recebê-lo no nosso interior. Não sabemos que, para ser salva, uma pessoa precisa crer no Senhor Jesus e recebê-lo como seu Senhor? Certamente, para os cristãos antigos, isso equivale a "invocar o Senhor de coração puro" (2Tm 2:22).

No entanto, aqueles que já receberam o Senhor também precisam continuar invocando o Seu nome. Os cristãos de Jerusalém não eram conhecidos como aqueles que "tinham invocado esse nome", mas como os que "invocavam esse nome". Porém qual é o benefício disso, se já fomos salvos aos crermos no Senhor da primeira vez?

Sem dúvida, aqui está o benefício mais precioso. Invocar o nome do Senhor nos leva para o espírito. Mesmo após crermos no Senhor, no nosso dia a dia voltamos a planejar, tomar nossas decisões, agir por nós mesmos. Fazemos isso segundo a nossa mente, com os nossos conceitos e pensamentos e segundo as nossas vontades e emoções. Dirigimos a nossa vida segundo estas coisas que estão no nosso interior. Entretanto, o nosso amado Senhor deseja algo mais que isso para nós!

Após crermos no Senhor, precisamos conhecer cada vez mais a sua vontade (Ef 5:17, Cl 1:9), para que possamos viver por ela (Rm 12:1-2). Porém, ao buscarmos praticar viver pela vontade do Senhor, descobrimos que a nossa vontade precisa ser negada. Na verdade, para seguirmos o Senhor, todo o nosso eu precisa ser negado (Mt 16:24). Se alguém já tentou, sabe que passar por cima do próprio eu não é coisa fácil de se fazer. Mas, graças ao Senhor! Podemos ser salvos também neste aspecto por meio de invocar o nome do Senhor.

Em Romanos 10, Paulo diz claramente que não precisamos subir ao céu ou descer ao abismo para sermos salvos, porque a palavra da fé está perto da nossa boca e do nosso coração. No v. 9, ele diz que confessamos com a boca e cremos com o coração para sermos salvos e no v. 13, que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Essas palavras se aplicam à nossa salvação eterna, quando fomos salvos dos nossos pecados, mas também se aplicam à nossa salvação diária quando somos salvos do nosso eu.

Eu lhe faço um desafio. Não adianta saber tudo o que está escrito na Bíblia sobre invocar o nome do Senhor. É preciso experimentar.

Se você se sente enredado nos seus pensamentos, vontades, emoções, se você se sente fraco e precisa de Deus e da sua vontade perfeita, eu o desafio a experimentar invocar "Oh Senhor Jesus!" várias vezes para ver se você vai ser salvo ou não. Se você for, eu creio que a vontade de Deus vai lhe parecer mais clara e palpável do que antes e a sua oração vai lhe parecer muito mais possível.

Se você cantar um hino, a experiência descrita nele vai talvez parecer ser a sua, se você ler a Bíblia, o Espírito de Deus vai falar com você. Isto significa estar na presença de Deus, onde somos transformados de glória em glória (2Co 3:18)!

[Bruno Spadoni]

O Incomparável Cristo

Há quase dois mil anos existiu um homem cujo nascimento contrariou as leis biológicas. Ele viveu em pobreza e cresceu na obscuridade. Não fez extensas viagens, e só uma vez cruzou as fronteiras da terra onde viveu, Isso ocorreu na sua infância, quando teve que fugir de sua pátria.
Não possuía riquezas, nem exerceu influência na sociedade. Seus familiares não eram pessoas de projeção, não tinham muita instrução nem alto grau de escolaridade.
Quando ainda era bebê, perturbou um rei; quando menino, deixou perplexos alguns doutores. Já adulto, dominou o curso da natureza, andou sobre as ondas do mar como se fossem terra firme e fez o mar aquietar-se. Curou multidões sem o emprego de medicamentos e não cobrou nada por seus serviços.
Não escreveu nenhum livro, e no entanto seriam necessárias muitas bibliotecas para conter os livros que já foram escritos a seu respeito. Nunca compôs uma música, e no entanto tem sido tema de hinos e músicas cujo número ultrapassa todas as outras somadas.
Nunca fundou uma faculdade ou seminário, mas o total dos que estudam seus ensinos é muito maior que a soma de todos os alunos de todas as escolas.
Nunca comandou um exército, nem convocou um soldado, nem disparou um fuzil. E no entanto nenhum outro general contou com maior número de voluntários que, sob suas ordens, fizeram rebeldes baixarem suas armas e renderem-se a ele sem dar um único tiro.
Nunca praticou a psiquiatria, mas tem dado alivio a muitos corações aflitos, mais que todos os médicos juntos.
Uma vez por semana o comércio fecha suas portas e multidões de fiéis se encaminham para reuniões de adoração, onde lhes prestam culto.
Grandes estadistas gregos e romanos surgiram no cenário mundial, caindo logo em seguida no esquecimento. Muitos cientistas, filósofos e teólogos de projeção foram igualmente esquecidos. Mas o nome deste homem permanece cada vez mais lembrado. Embora já se tenha passado muito tempo desde que foi crucificado, ele ainda está vivo. Herodes não conseguiu destruí-Lo. O túmulo não pôde detê-Lo.
Agora Ele, o Cristo vivo, nosso único Senhor e Salvador encontra-se no pináculo da glória celestial, exaltado por Deus, reconhecido pelos anjos, adorado pelos santos e temido pelos demônios.

Confissões de Lúcifer

Depois de milhares de anos vagando pela Terra aprendi muito da natureza humana, suas fraquezas, seus desejos mais secretos e suas miséria. Tenho consciência que minha causa foi derrotada, entretanto estou trabalhando freneticamente para levar ao destino que me aguarda o maior número possível de pessoas, pois sei que pouco tempo me resta. (1)

Não é fácil a vida de um adversário do Todo Poderoso, principalmente porque Ele conta com um exército fiel de crentes espalhados pelo mundo inteiro que com suas orações produzem uma reviravolta em todo o mal que intento. Felizmente, são poucos os que oram de verdade, porque a maioria está preocupado consigo mesma,outros começam bem,me incomodam,mas logo desistem,pois não tem perseverança.

Fico admirado com o fascínio que exerço sobre alguns crentes, que falam mais de mim que de Deus. Rio muito quando eles tentam me amarrar, e dizem que naquela cidade não entro mais. Pois acaba a oração e eu continuo fazendo as mesmas coisas. O que esses cristãos não entendem é que não devem lutar contra mim, mais buscar Aquele que tem mais poder que eu. Quando eu quase destruí a vida de Jó, ele não me dirigiu uma palavra sequer, mas dizia o tempo todo que a causa dele estava diante de Deus e que o seu Redentor vive. Quando eu humilhei a Paulo colocando-lhe um espinho na carne, ele não tentou me acorrentar, mas apresentou a sua fraqueza a Deus, que lhe deu vitória. Sinceramente, com gente assim não dá para lutar.

Tenho prazer especial em atormentar esses que ficam preocupados comigo o dia inteiro ao invés de viverem a vida. Eles dizem que me vêem em todos os lugares, até onde eu nem estou... é muito engraçado.Com tais eu nem preciso me preocupar, pois sei que não são cristãos seguros de sua fé. Eles fazem parte daquele grupo que faz uma boa propaganda de mim, pois julgam que eu possuo muito mais poder do que realmente tenho e afirmam que fiz coisas das quais nada tive a ver. Na verdade eu sou um pobre diabo, condenado e derrotado, mas da forma que falam é como se eu fosse onisciente e onipotente. Será que eles não sabem que eu não posso fazer absolutamente nada sem a permissão do Todo Poderoso?Ah! Se não fosse por Ele... Mas, tudo bem, a propaganda é a alma do negócio. Sou constantemente acusado de tirar muita gente da Igreja. É mentira! Eles saem porque são levados por seus próprios desejos. Não fui eu que instiguei o filho pródigo a sair da casa do pai (2) e Demas a abandonar o apóstolo Paulo porque amou mais o mundo que a Deus (3).

Não tenho a pretensão de tirar ninguém da Igreja, pelo contrário. Quero deixá-lo lá, pois farei de tudo para serem frios, apáticos, que fiquem brigando entre si, que se dividam que eles só conversem com o grupinho deles. Que seus pastores sejam preguiçosos, apáticos e sem poder. No que depender de mim farei com que tenham uma vida tão miserável, que quando eles forem evangelizar, ninguém vai querer ter uma vida igual a deles.

Outra estratégia que uso muito é a de fazer com que a Igreja se pareça tanto com o mundo em valores e práticas, pois assim que quando as pessoas passam a freqüentá-la, elas não precisam mudar nada, e continuarão a fazer as mesmas coisas de antes. Não é genial? Gosto de soprar mentiras nos ouvidos das pessoas – afinal quero fazer jus ao meu nome de “pai da mentira”. É, eu digo-lhes que eu sou como gafanhotos e eles acreditam, digo-lhes que são uns derrotados e eles nem se levantam da cama, digo-lhes que Deus não os perdoou por tal e tal pecado e eles ficam cheios de culpas.

Confesso também que sinto um enorme prazer em oprimir aqueles que se recusam a perdoar o seu irmão, pois recebi carta branca do Todo Poderoso para atormentá-los com toda sorte de espíritos malignos, dos quais eu sou o principal. E não ponham a culpa em mim, pois só posso fazer isso se o crente se recusar a liberar perdão, pois quando ele perdoa é horrível a sensação de paz daquele coração, e eu saio correndo dali.

Acho muito engraçado quando usam sal grosso e oração forte contra mim, nem ligo. Agora, o que eu temo mesmo é uma vida santificada. Contra um crente santificado, fiel e que tem a Palavra guardada no coração, desses eu também fujo (5).

Como minha hora se aproxima eu estou trabalhando num projeto grandioso para este século. É uma estratégia tão ardilosa que são poucos os que percebem. Hoje, todo mundo quer Deus e eu estou dando “Deus” de todos os tipos e para todos os gostos. Eu estou enchendo o mundo de “Deus” para que eles fiquem tão confundidos que não saibam quem é o Deus verdadeiro. Cada um pode ter o seu “Deus” do jeito que quiser. Agora ninguém mais precisa ficar submisso ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Vocês não imaginam como o povo gosta dessas novidades.

Tenho queimado a pestana inventando sacrifícios, novos rituais, e tenho levantado líderes que falem de Jesus, mas sem nenhum compromisso com o reino Dele. Adoro soprar ventos de doutrinas porque os meninos na fé acreditam em tudo.

O meu objetivo com isso? Confundi-los e fazerem imaginar que estão servindo a Deus. Agora, eu não aceito levar a culpa de tudo sozinho não-eu só dou aquilo que eles querem. Eles gostam de brilho, eles querem glória para si, eles admiram aqueles que fazem sucesso, eles crêem em toda forma de misticismo... Eu nunca imaginei que este povo gostasse tanto de ídolos, ídolos que cantam, ídolos que pregam, ídolos que profetizam, é uma loucura como idolatram a tudo.

Muitos falam que eu sou feio, e até pintam quadros horríveis, dizendo que eu tenho chifres, pêlos e cara de bode. Desde a minha criação sou muito vaidoso e jamais aceitaria ser desta forma. Se vocês ouvissem aquele tal de Apóstolo Paulo saberiam como sou de verdade: sempre fui um anjo de luz, fala mansa, voz agradável, boa aparência e muito convincente (6). Felizmente são poucos os que me reconhecem e assim vou enganando a muitos. Para terminar, eu quero dizer a todos que eu não sou ateu. Eu creio e tremo diante de Deus (7). Mas eu não consigo, não consigo me submeter. Submissão significa obediência, e eu não quero ser servo. Aliás, tem muita gente indo comigo que também crê em Deus, pratica os seus atos religiosos, freqüenta uma Igreja, mas são desobedientes, como eu.


Referências Bíblicas: 1) AP 12:12; 2) LC 15:12 3) II TM 4:10 4) MT 18:34,35 5) TG 4:7 6) IICO 11:14 7) TG 2:19.

Há Deus ?

Recentemente eu estava estudando uma das funções do formato interno do nariz - o turbilhonamento do ar para que chegue aos pulmões na temperatura adequada. Também uma das funções dos seios da face - conforto térmico do cérebro. Quando mexo meus dedos do pé lembro que meu pé está "vivo" porque, entre outras razões, há um complexo sistema de irrigamento contínuo e há comunicação perfeita do cérebro até o pé.

Quando minha razão vê as maravilhas da engenharia e arquitetura, digo: Quem foi? Quando apenas toco na conplexidade funcional do meu próprio corpo, e fico maravilhado, o que digo?

Digo que alguém me planejou detalhadamenteç digo que esse alguém é inteligente penso que se esse alguém teve um propósito para cada detalhe também tem um propósito para o todo. Não é alguém que brinca em serviço.

A Bíblia nos fala de um Deus Criador. Que criou todas as coisas para sua própria glória. Ela não tenta provar que Deus existe, mas começa com "No princípio criou Deus os céus e a terra". Entendo que fui criado para a glória de Deus.

Reparo na natureza que os animais são diferentes do homem na questão de sentimento de responsabilidade. Não vejo animais construindo templos, nem fazendo oferendas a algum deus, nem tentando provar que Deus não existe. Quando observo como Deus criou o homem, vejo que Ele também pôs a eternidade no coração do homem, e um senso de que a vida aqui na terra é algo fantástico, mas vai além disso.

Será que alguém poderá chegar na presença de Deus um dia e dizer: faltaram-me provas? ou: o Senhor se escondeu bem?

Temos recebido tanto de Deus! Que responsabilidade!

[João Paulo Geraldo de Souza - Bacharel em Teologia] .

"Disse o néscio em seu coração: não há Deus..."
(Salmo 14:1)

João 3:16

Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura de inverno, próximo a uma esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho (Isaque) vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. Mas o frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.Sem conseguir vender mais nenhuma bala, Isaque sentou-se na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas.
Sem que ele percebesse, um policial se aproximou.

-"Está perdido, garoto ?"
Isaque balançou a cabeça.
-"Só estou pensando onde vou passar a noite hoje... Normalmente durmo em minha caixa de papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível...
-O senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?"
O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo.
-"Se você descer por esta rua", ( disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda,)
- “lá embaixo vai encontrar um casarão branco; chegando lá, bata na porta e quando atenderem apenas diga: "João 3:16 ".
Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu na porta.

Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa. Ela se chamava Lídia.

-"João 3:16", disse Isaque para aquela vovozinha, ainda sem entender direito.
- "Entre, meu filho". A voz era meiga e agradável de D. Lídia encheu sua alma.

Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde havia uma cadeira de balanço antiga, bem ao lado de um velho fogão de lenha
-"Sente-se, filho, e espere um instante, ta?"
O garoto se sentou e, enquanto observava D. Lídia, a bondosa mulher, se afastar, pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que me aqueceu ".
Pouco tempo depois a vovó Lídia voltou.
-"Você está com fome?", perguntou ela.
-"Estou um pouquinho, sim... há dois dias não como direito e meu estômago já começa a roncar.."
A mulher então o levou até a sala de jantar, onde havia uma mesa repleta de comida.

Rapidamente o garoto sentou-se à mesa e começou a comer; comeu de tudo, até não agüentar mais. Então ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que matou a minha fome".
Depois, D. Lídia, a generosa senhora o levou ao andar superior, onde se encontrava um quartinho com uma banheira cheia de água quente. O garoto (envergonhado) só esperou que a vovó se afastasse e então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que me limpou".

Cerca de meia hora depois D. Lídia voltou e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira antiga, mas grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-lo na cama, desligou a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou imóvel, observando a garoa que caía do outro lado do vidro da janela. E ali, confortável como nunca, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... Eu não entendo o que isso significa, mas sei que me deu repouso e descanso".

No outro dia, de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para um delicioso café da manhã. Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia.

Ela voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao garoto e olhou dentro dos olhos dele, de maneira doce e amigável. -"Você entende João 3:16, filho?" -"Não, senhora... eu não entendo... A primeira vez que ouvi isso foi ontem à noite... Um policial que falou...".

Lídia concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus. E ali, aquecido junto ao velho fogão de lenha, Isaque entregou o coração e a vida a Jesus. E enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou consigo mesmo: "João 3:16... ainda não entendo muito bem o que isso significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro”.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

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O Evangelho foi pregado a Isaque da melhor maneira possível: primeiro pelo EXEMPLO, depois pela ministração da Palavra.

Um menino miserável e faminto não ouviria a pregação do Evangelho com os mesmos ouvidos de um menino acolhido caridosamente por estranhos.

Quantos “Isaques” estão à nossa volta, carentes não só de alimento, banho e cama, mas de atenção, interesse, compreensão ?

Num dos episódios mais impressionantes do ministério de Jesus, estava Ele em um local deserto e afastado, e uma multidão o seguiu para ouvir a Sua Palavra. Mesmo cansado, Jesus compadeceu-se deles porque eram como “ovelhas que não tem pastor”. Caindo a tarde, a multidão era já faminta e Jesus não despediu-os sem comer. Ele poderia ter dito algo como : “- Bom pessoal, já está ficando tarde, e estamos longe das aldeias, acho melhor parar por aqui e cada um voltar para sua casa”...

Não, Ele entendeu que as pessoas queriam ouvi-Lo e não seria a fome e a sede que iriam interromper a ministração da Palavra da Salvação.

Não podemos multiplicar sobrenaturalmente os pães nem os peixes para fazermos um caminho para a apresentação do Evangelho. Mas será que precisamos de milagres ? Certamente podemos estender a mão para ajudar; oferecer os ouvidos para ouvir um desabafo; ou mesmo oferecer um ombro para alguém chorar.

Em nossa volta há muitas “ovelhas que não tem pastor”, almas sedentas pela Salvação de Jesus Cristo, mas que às vezes nem sabem disso ainda; e o primeiro passo para que estes abram seus corações e ouçam a Palavra pode ser um gesto simples de nossa parte..

A partir do momento em que você ler esta mensagem, sinta-se desafiado a observar nas pessoas à sua volta qual o “pão “ e o “peixe” que elas estão esperando de você para que se abram os caminhos para o Espírito Santo agir em suas almas.

Não esqueça: somos sal e luz. Cartões de visita de Jesus Cristo.

Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e foste me ver. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. (Mateus 25: 35-40).

Pai Nosso

Pai Nosso, Criador Eterno e Senhor de nossas vidas, que estais na plenitude, além do que podemos compreender;
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Reconhecida sempre seja por nós a Tua exclusividade como o SENHOR de nossas vidas;
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Que pratiquemos neste mundo a Tua justiça e o Teu amor;
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Que seja feita a Tua vontade em nossas vidas; neste mundo e na Plenitude em que habitas;
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Dá-nos a sobrevivência digna de cada dia;
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Perdoa nossas falhas como Teus filhos, do mesmo modo que nós perdoamos àqueles que conosco têm falhado;
.
Não nos deixa cair nas armadilhas da tentação, que nos desvia do caminho e nos traz a desgraça da separação de Ti;
.
Mas sim livra-nos de todas as faces do mal que domina este mundo;
.
Porque Teu é o verdadeiro Reino eterno;
e Tua a verdadeira Presença e Poder para todo o sempre;

Que assim seja !

(Livre reflexão sobre Mateus 6:9 e Lucas 11:2)

O Flagelo das Drogas - PREVENÇÃO


Dicas para os pais manterem seus filhos longe das drogas.

Você não perceberá os caminhos que seu filho está trilhando se não estiver próximo dele.

Participe e permaneça envolvido com a vida dos filhos, desde a infância até a idade adulta. Dê atenção ao cotidiano dele. Se você nunca se interessou em saber sobre os amigos que ele tem... Essa é a hora de começar. Saiba sobre os amigos, quem são, onde moram, se praticam esportes, se são bons alunos...

Pode ser desconcertante para um pai que não cultivou o habito de participar da vida do filho... de repente mostrar interesse e começar a fazer perguntas, pode ser constrangedor para os dois.
Se este for o caso procure não "forçar a barra".

Comece a (re)construir a relação progressivamente... pergunte/conheça os tipos de lazer/diversão que o familiar gosta, tente programar um dia para acompanhar seu filho em horários de lazer.
Quando o filho comentar sobre algo relacionado à escola procure demonstrar (real) interesse, saiba quem são os outros alunos e participe de eventos cotidianos como ajuda-lo em alguma matéria da escola.

Nós adultos e pais vivemos em um mundo onde o tempo é precioso (tempo é dinheiro), a maioria dos pais (eu também) trabalham acima de doze horas por dia e apesar de ter pouco tempo para dedicar à família eu sei que na maioria das vezes, tudo que um filho quer é que seus pais se reúnam a mesa para jantar ao lado dele. Esta é uma boa hora para estreitar as relações com os filhos.

Converse frequentemente. Comece o diálogo enquanto seus filhos estão na flor da idade. Não precisa ser uma conversa forçada.
Uma notícia que vocês viram juntos na televisão pode ser um bom motivo para fazer analogias ao cotidiano da família, um filme ou um incidente como um atropelamento pode ser aplicado a realidade da comunidade onde vivemos e aos problemas que enfrentamos atualmente, inclusive os problemas do álcool e das drogas.

Monitore seus filhos.
Os filhos cujos pais os supervisionam de perto terão menor possibilidade de desenvolver um problema com drogas e se isso ocorrer os pais estarão prontos para corrigir a rota.


Saber "quem, o que, porque, onde, quando e como" das atividades de nossos filhos, trocar idéias com outros pais, e continuar desenvolvendo esta prática com os nossos filhos, estendendo a todos seus amigos é um longo caminho. Nunca é tarde para dar o primeiro passo!

Ser só amigo não é suficiente, seja o pai.
Nossos filhos já têm amigos, mas necessitam de pais amorosos, que se importem e se comportem (comportamento = exemplo) como pais.
Reforce consistentemente os limites para sua família, limites que devem ser respeitados mesmo quando os filhos estiverem em local onde você não possa estar presente, ou quando estiverem com famílias que têm regras diferentes.

Os filhos gostam de se sentirem confiáveis, e aceitarão que os limites preestabelecidos, quando explicados que visam seu bem estar, serão compreendidos e aceitos como parte de nosso amor.

A dependência química é um problema de saúde.Não acontece porque alguém é "uma má pessoa" ou por uma falha de caráter. A dependência química é a doença prevenível número um que atinge adolescentes (segundo The American Academy of Pediatrics).

Não é sua falha ou falha do filho. O estigma e a vergonha devido à ignorância passada e estereótipos sobre o problema não deve ser aceito.
O problema da droga pode assolar uma família, atingindo pessoas que amamos.
O uso de drogas pode alterar o comportamento, tornar essas pessoas egoístas; elas podem nos roubar manipular e mentir para nós.

Porém o hábito de abusar de drogas ou álcool tem uma base fisiológica; o uso crônico, tanto do álcool como de outras drogas, causa uma progressiva mudança na química cerebral que, se compreendida e devidamente tratada pode ser revertida.

Há esperança, ajuda e tratamento disponível à qualquer família se alguém desenvolver um problema de abuso de substâncias.
Há modos objetivos para avaliar o problema, e muitos tratamentos novos.
Muitas pessoas recuperam a saúde e dão uma guinada em suas vidas, embora estas lutas anônimas não causem tanto alarde como as lutas públicas de [Fábio Assumpção], Vera Fisher ou Diego Maradona, diariamente milhões de pessoas estão se recuperando.

Caso a dependência já tenha se instalado, as recaídas podem acontecer sem motivo aparente. Estimule o familiar a conhecer e praticar um "Plano de prevenção à recaída".

Esteja atento aos sinais de aviso mais frequêntes que antecedem as recaídas:

As 11 fases e sinais de aviso da recaída:
o 1. Sinais (internos) de aviso de recaída.
o 2. Volta à negação
o 3. Impedimentos e comportamentos defensivo
o 4. Construindo a crise
o 5. Imobilização
o 6. Confusão e super-reação
o 7. Depressão
o 8. Perda de controle do comportamento.
o 9. Reconhecimento da perda de controle
o 10. Redução de opções
o 11. Volta ao uso do químico ou colapso físico e emocional.

Não espere: se prepare e conheça os sinais de advertência, começando a agir enquanto é cedo.

Se você suspeita que seu filho tem um problema com drogas ou álcool, provavelmente você tem razão e precisa aprender mais sobre o problema e como ajuda-lo: Intervenha cedo, encontre o tipo certo de ajuda e seja persistente.

Os sinais de advertência incluem mudanças súbitas de personalidade, hábitos e amigos, irritabilidade, variações de humor e o encontro de objetos suspeitos possivelmente usados para o consumo de drogas.

Primeiro determine o tipo de problema que a família está enfrentando.
Não aceite o mito de que a pessoa que amamos precisa chegar ao fundo do poço antes de buscar ou aceitar ajuda. Sem nossa ajuda, o hábito tende a progredir e pode, eventualmente ser fatal.

Embora a intervenção no início da dependência seja melhor, é possível adquirir ajuda em qualquer fase do hábito, e a taxa de sucesso com tratamento de qualidade é comparável à mesma taxa de sucesso de outras doenças como diabetes, asma, ou hipertensão.
Cuidado com conselhos de "entendidos", consulte um profissional.
A reabilitação não é alcançada com isolamento do familiar.
Apesar de não ser formado em medicina, nos últimos 17 anos eu convivo com dependentes e suas famílias; conheço pais que no desespero agiram pela emoção, alguns chegaram a expulsar o familiar somente porque alguém sugeriu essa possibilidade, e hoje dariam tudo para poder mudar o passado.

Lembre-se: O abuso de drogas é uma doença progressiva, se não for detida pode ser fatal.

Cada dia perdido pode representar a diferença entre a vida e a morte; portanto, não corra o risco de carregar um peso na consciência somente porque algum "entendido" sugeriu algo que aumenta a exposição de um filho a droga.

Como pais não somos culpados pelo uso de drogas de nossos filhos, mas temos a obrigação de assumir o papel de pais responsáveis provendo o tratamento adequado para nosso familiar.

Como a droga altera a química cerebral, um usuário em estagio avançado pode não aceitar ajuda; nesse caso (após criteriosa avaliação dos prós e contras) é possível solicitar a interdição do familiar que está abusando de drogas. Converse com um advogado!

Na maior parte dos casos, o tratamento do dependente de drogas não requer internação.

Nos raros casos em que é necessária, ela deve ser decidida com base em critérios claros e definidos, estabelecidos por um especialista.

A internação de um dependente de drogas sem necessidade pode levar até mesmo a um aumento do consumo. O aumento de consumo após uma internação indevida pode se dar por diversas razões, como sentimentos de revolta de um dependente ainda não suficientemente convencido da necessidade de ajuda.

Quando internar?**o Abuso de drogas compulsivo
o Desenvolvimento anormal das atividades educacionais e sociais e na esfera vocacional e legal
o Perigo iminente para a saúde mental ou física do paciente
o Conduta anti-social persistente
o Fracasso do tratamento ambulatorial
o Alterações psicopatológicas que requerem controle da conduta e/ou medicação
o Com contenção familiar e residência próxima, tratamento em Hospital-Dia. Sem estas condições, em Comunidade Terapêutica
.**Adaptado do Manual de Medicina de la Adolescencia – Silber, Munist, Maddaleno y cols.
Cada caso é único, avalie todas as possibilidades de tratamento:

Dependendo da personalidade, do estágio da doença, da freqüência de uso e do tipo de droga, alguns adictos podem se reabilitar em sua própria casa, com a supervisão de um profissional e o apoio daqueles que o amam.

Há muitos caminhos a seguir, além da internação (voluntária ou não) podemos considerar a terapia comportamental, aliada à terapia medicamentosa, combinada com grupos de apoio como N.A. e A.A. (Narcóticos Anônimos e Alcoólicos Anônimos).

Por experiência própria posso afirmar que a intervenção de uma equipe multidisciplinar combinada com um programa de 12 passos (A.A./N.A.) e o apoio familiar tem enorme possibilidade de reverter o quadro de abuso de drogas.

Co-dependênciaO abuso de drogas é um problema contagiante, alguns familiares (principalmente os pais) tornam-se co-dependentes, tentam esconder o problema e com esta atitude tornam-se facilitadores do uso de drogas dos filhos.

Muitas vezes, além de tratar o dependente químico os pais precisam de orientação ou tratamento. Além de terapia comportamental, na maioria das cidades existem grupos de apoio para pais e familiares de dependentes.

Grupos como Nar-Anon, Alateen e Al-Anon além de confortar os pais ainda tem enorme vivência em co-dependencia, podendo compartilhar histórias reais de grande valor para pais e jovens.

O hábito de abusar de drogas ou álcool é um problema hereditário, semelhante a doenças como câncer ou doenças do coração.

Crianças que têm um padrão familiar (pais ou outros parentes que já abusaram de álcool/drogas) correm maiores risco de desenvolverem a dependência de drogas ou álcool; nenhum uso recreativo poderá ficar sob controle, particularmente durante o período da adolescência.
As famílias com um histórico de alcoolismo ou abuso de drogas devem ficar mais atentas.

Você não está sozinho.
O abuso de substâncias é comum entre adolescentes e a doença da dependência não discrimina classe ou posição social.
Hoje a maioria dos pais conhece alguma pessoa, vizinho ou da própria família que esteja usando álcool e outras drogas ou que esteja lutando para se livrar do habito de usar drogas.

Ao considerarmos todas drogas, ilícitas e licitas (inclusive tabaco, álcool, medicamentos, etc) certamente podemos concluir que:
Um em cada quatro adolescentes usa regularmente algum tipo de droga ou está convivendo com uma pessoa que usa ou abusa de álcool e outras drogas.
Mais do que qualquer coisa, nossas famílias precisam acreditar que a recuperação é possível, além de encorajamento, informação e apoio profissional para superar este problema.

Autor: Daniel daSilva - Publicado no site : http://www.adroga.casadia.org/
PS: o termo "adicção" do original foi substituído por "dependência química" para melhor entendimento.
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http://www.adroga.casadia.org/
Filhos Drogados
Devastação das drogas - 1
Devastação das Drogas - 2

“Acho que não te amo mais” - O Amor Verdadeiro




Essa frase terrível é muito utilizada para justificar o fracasso de uma relação .

Casamentos, namoros, noivados. Tudo vem por água abaixo quando uma das partes se convence de que “não ama mais” a outra.

Mas há algo de errado neste conceito de "amor".

Seria o tal "amor" algo tão frágil a ponto de simplesmente acabar com o tempo, seja ele um mês, um ano ou dez anos ?

O amor tem prazo de validade?

Não, não tem.

O AMOR é eterno (não só “enquanto dura”, como gracejou o poeta).

O grande erro está em chamar de “amor” o que não é AMOR.

Chama-se de amor a atração física, a admiração idólatra, a paixão cega, o impacto da beleza, o apelo dos instintos, a satisfação afetiva, o bem estar pela companhia...

O problema é que isso tudo é emocional e emoções enfraquecem e acabam...
A ciência diz que o amor chamado de "romântico", de característica biológico-emocional, dura cerca de quatro anos, que seria o tempo necessário para que a fêmea gestasse e a cria (filho) contasse com proteção dos pais até um desenvolvimento físico razoável.
Mais cedo ou mais tarde a juventude e a beleza se vão, a admiração se esvai, a atração física se modifica, a afetividade se dilui e os defeitos da pessoa “amada” saltam aos olhos. Daí o tal “amor” acaba.

Como poderia o AMOR que é o fundamento da criação de Deus ser algo tão frágil ?

A Bíblia (felizmente) nos diz que o AMOR VERDADEIRO não é nada disso.

O AMOR verdadeiro, aquele que resiste às mudanças do tempo e às tempestades da vida não acaba porque não é um “sentimento”, como ensina o senso comum.

O AMOR verdadeiro se traduz numa ATITUDE de amar a qualquer custo.

O AMOR é uma DECISÃO e não uma emoção condicionada ao nosso bem-estar.
Amamos não porque "sentimos" amor, mas porque QUEREMOS amar aquela pessoa.

O amor entre pais e filhos é um bom exemplo: ele existe independentemente da satisfação que dele resulta.

Uma mãe sempre amará seu filho, mesmo que ele não queira nem retribua de qualquer maneira.

O AMOR verdadeiro é assim a ATITUDE renovada a cada dia conscientemente, que não depende de nada passageiro para existir.

O AMOR verdadeiro não espera retribuição pelo que faz, não espera reconhecimento, não espera nem um " – muito obrigado".
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O AMOR verdadeiro se satisfaz em servir ao ser amado. Nada mais. Custe o que custar.

Quem você AMA ?




“ AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.”

(I Corintios 13 – NVI)

A Páscoa da Ressurreição

Como era a Pàscoa ANTES de Jesus Cristo

"Chegou o dia da Festa dos Pães Asmos, em que importava comemorar a Páscoa. Jesus, pois, enviou Pedro e João, dizendo: Ide preparar-nos a Páscoa para que a comamos. Eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos? Então, lhes explicou Jesus: Ao entrardes na cidade, encontrareis um homem com um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar e dizei ao dono da casa: O Mestre manda perguntar-te: Onde é o aposento no qual hei de comer a Páscoa com os meus discípulos? Ele vos mostrará um espaçoso cenáculo mobilado; ali fazei os preparativos.E, indo, tudo encontraram como Jesus lhes dissera e prepararam a Páscoa. Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos. E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento. Pois vos digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino de Deus. E, tomando um cálice, havendo dado graças, disse: Recebei e reparti entre vós; pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus.E, tomando o pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós".
(Lucas 22:7-20).

Como é a Páscoa HOJE

Santa Ceia do Senhor, com pão e vinho

A Ceia do Senhor - "Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe se discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem". ICor.11 23-30"Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós". ICor.5:7.

A Páscoa cristã tem um significado especial: todo aquele que aceita Jesus Cristo, crê nas palavras do Evangelho e nasce de novo do Espírito, se liberta da escravidão do pecado. É o sangue de Jesus, derramado na cruz do Cálvario que garante a nossa liberdade. Ele é o cordeiro definitivo que tira os pecados dos homens. Em Cristo morremos para o mundo e passamos a viver para o SENHOR. Ele é o cordeiro de nossa Páscoa.

"Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, [coelhos ou ovos de chocolate] que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo".
(1 Pedro 1:18-19)

Porque Jesus foi sacrificado no lugar do cordeiro

[João Cruzué]

Fonte:
Olhar Cristão

O FUNDAMENTO DA PÁSCOA, É A VITÓRIA DO AMOR DE DEUS SOBRE A MORTE PELA RESSURREIÇAÕ DE JESUS CRISTO.
Somente Jesus Cristo pode nos dar vitória sobre a morte.

O que é o tal "Santo Daime" ?


Com o recente assassinato do cartunista Glauco Villas Boas, muito se tem falado sobre a seita do “Santo Daime”, que intitula-se “legitimamente cristã”. Mas o que é o “Santo Daime”?

Primeiramente vale dizer que o nome “daime” não é nome de nenhum “santo”, mas sim uma expressão (daí-me) que é repetida à exaustão pelos adeptos sob o efeito alucinógeno de uma droga . Sim, porque a tal religião prega que ingerindo um chá feito com o cipó jagube (Banisteriopsis caspi) e a folha chacrona (Psychotria veridis), o fiel tem contato com “espíritos superiores”.
É mais ou menos o que a religião rastafári prega com relação à maconha.

Pois bem, esta seita que prega o uso de uma droga para ter-se contato com espíritos, é uma mistura de espiritismo com crenças xamânicas e cultos indígenas. E proclama-se “cristã”.

Se alguém encontrar nos Evangelhos qualquer indício de que se faz necessário o uso de drogas alucinógenas para entrar em contato com Deus, por favor mande um e-mail para este Blog.

Mais sobre o “santo daime”  CLIQUE  AQUI

Cristianismo Bíblico ou Doutrina espírita; Qual o Caminho ?


O espiritismo declara-se “cristão”, entendendo que seguir a caridade pregada por Jesus já é o suficiente.
A doutrina cristã evangélica não aceita que o Evangelho seja parcialmente adotado.
Cristão é aquele que renega sua vida para seguir o Mestre, conforme está no Evangelho, sendo que nesta NOVA VIDA a caridade é só um dos aspectos.
Cristão é aquele que é “renascido em Cristo” para uma nova vida, iniciada aqui mesmo nessa existência e tendo como destino a Vida Eterna.
No final das contas, a doutrina espírita prega uma fé cega naquilo que Kardec diz ser a verdade. Os cristãos crêem na Bíblia.
É uma questão de opção: crer na Bíblia ou crer em Kardec.

Veja abaixo as principais diferenças entre a doutrina espírita e o cristianismo fundamentado no Cristo revelado na Bíblia.
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1. QUEM É DEUS ?
PARA O ESPIRITISMO - É impessoal, ausente, criou o mundo e o abandonou sujeito às leis naturais.Está longe, distante da criação, é inatingível.
Deus não ouve o homem
Só se manifesta por meio de “espíritos” incorporados pelos “médiuns”.

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO - Deus é Pai ( Rom.1:7)
Deus é onipresente (Salmo 139:7-12)
Deus é onisciente (Salmo 139:1-6)
Deus é refúgio e fortaleza do crente e ouve o nosso clamor ( Salmo 18:2, 6)
Deus ouve nossas orações (Lucas 11:9-10, 13)
Deus fala : Gn 46:3 ; Gn 17:3; Ex 3:15; Sl 60:6; Num 22:12; II Cron 1:11; At 3:21; II Cor 6:16;
Se manifesta ao homem pelas Sagradas Escrituras, ( II Tim 3:15)
A Palavra de Deus é essencial para o homem : Deut 8:3 , Mt 4:4

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2. QUEM É JESUS CRISTO ?
PARA O ESPIRITISMO - Não é Deus, é apenas um dos filhos de Deus, nem divino nem humano, foi um “espírito de luz”, “um grande mestre”, perfeito após várias reencarnações;
Apenas um “exemplo moral”;
Não é o Salvador exclusivo da humanidade
Não fez milagres, as curas e transformações aconteceram porque Jesus usava “energias naturais” que nós desconhecemos.
Não ressuscitou em seu corpo físico
Não é juiz

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
Jesus é Deus, pois pré – existia à criação (Jo 1: 1-4);
Jesus perdoa pecados, atribuição exclusiva de Deus (Is 43: 25; Mc 2:1-12).
Jesus aceita adoração que só se deve prestar a Deus (Mt 4:10; Mt 8:1-2; Mt 14:33; Mt 15:25; Mt 28:9; Hb 1:6).
Jesus foi chamado abertamente de Deus, e não se opôs a isso (Jo 20:28).
Jesus nunca disse: "Eu sou Deus Pai", mas diz ser Filho de Deus e igual a Deus (Jo 5:16-18; Jo 10:30-33; Jo 8:58 "Eu Sou", compare com Ex. 3:13-16).
É chamado de “Deus conosco” (Mt 1:23)
É o Filho Unigênito de Deus (Jo 3:16,18 ; I Jo 4:9)
É o mesmo, ontem, hoje e sempre (Hb 13:8 )
É o Salvador único (Jo 14:6; Lc 2:10-11, I Pe 2:24), At 10:43)
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Fez milagres. Alguns exemplos :

Mt 9: 23-25 (ressurreição da filha de Jairo);
Mt 9:28-29 ( cura de cegos);
Mt 14:19 ; Mt 15:36; Mc 6:41 (multiplicação dos pães e peixes);
Mt 14:25 ( Jesus anda sobre as águas)
Jo 6:2 (transformação da água em vinho)
Jo 11:43 (ressurreição de Lázaro)
Ressuscitou em carne : Lc 24:39-40 ; Jo 20:26-27
É juiz de vivos e mortos : ( At 10:42; II Tim 4:1)

3. QUEM É O ESPÍRITO SANTO ?
PARA O ESPIRITISMO - Nega a Trindade.
A doutrina espírita diz ser ela própria o Espírito Santo, O Consolador prometido por Jesus Cristo.

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
É o Espírito de Deus (Mateus 3:16
Terceira pessoa da Trindade, (Mat 28:19; IICor 13:14; I Jo 5:7)
É o Espírito da verdade (João 14:17)
É uma pessoa, e não uma doutrina (Jo 4:24)
Ele cria ( Jó 33:4);
Ele fala (At 13:2);
Ele guia os filhos de Deus (Rom 8:14,16);
Testifica de Cristo ao mundo (Jo 15:26)
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4. SALVAÇÃO
PARA O ESPIRITISMO - Se obtém por esforço próprio, é estado de perfeição em conhecimento e pureza a que todos podem chegar mediante a evolução progressiva, conseguida por meio da caridade e de “reencarnações” sucessivas;
"Fora da caridade não há salvação”;
Jesus Cristo não é o Salvador, cada um deve resgatar seus próprios pecados.

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
Somente por Jesus Cristo (Jo 14:6) , que morreu por nossos pecados (I Cor 15:3-4).
Jesus declarou que essa era sua missão aqui na Terra (Mt 20:29; Lc 19:10; Lc 5:31-32).
Paulo afirma que nossa redenção é feita por Cristo (1 Tm 1:15) e que seu sangue nos purifica de todo o pecado (Ef 1:7). Veja também (1 Pe 1:18-19; 1 Pe 2:24; Hb 7:25; 1 Jo 1:7-9; 1 Jo 2:12).
Portanto, segundo o Cristianismo, a Salvação é pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo ( Jo 14:6; Ef 2:8; 1 Tm 2:5).
"Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora"(João 15.6).
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5. BÍBLIA SAGRADA
PARA O ESPIRITISMO - É de origem humana, é um livro histórico, alegórico, interpretado à luz das premissas espíritas.
O espiritismo aceita a Bíblia somente nos trechos que, descontextualizados, servem à sua doutrina. Quando as Sagradas Escrituras contrariam o espiritismo, eles a consideram “mal interpretada”, “mal escrita”, alegórica, figurativa, desatualizada e mesmo errada.
Ao contrário do que diz a História, a doutrina espírita prega que a Bíblia foi modificada intensamente à mando da esposa de um imperador romano.
Em suma: só os livros de Alan Kardec são os confiáveis e inerrantes para o espiritismo.

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
A Bíblia traz a Palavra de Deus, infalível ( Mat 5:18), mas os textos devem ser interpretados em seu conjunto;
É inspirada por Deus (II Tm 3:16-17; I Cor 2:13) , mostra a revelação de Deus a pessoas "normais", por isso, é inerrante (I Ts 2:13).
É eterna e imutável: Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente. (Is 40:8) e Mat 24:35;
É a autoridade suprema e final em matéria de fé e de prática. (II Timóteo 3:16-17; II Pedro 1:19-21)
Não pode ser anulada , (Jo 10:35b)
Não pode ser alterada (Deut 4:2; 12:32 ; Prov. 30:5; Apo 22:19.
É a verdade (João 17:17)
È o anúncio da Salvação (Rom 1:16)

6. MORTE
PARA O ESPIRITISMO - Segundo o espiritismo é parte integrante do propósito divino, não é resultado do pecado, é instrumento do aperfeiçoamento.

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
É a terrível consequência do  afastamento de Deus (pecado),  (Gn 3, Rm 6:23).
Vencida por Jesus na cruz, e na ressurreição será vencida por todos os fiéis. (1 Co 15, ver em especial: 1 Co 15:17-16 2 e 1 Co 15:51-58).
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7. COMUNICAÇÃO COM ESPÍRITOS
A base da doutrina espírita é a comunicação com entidades que eles julgam ser os espíritos de pessoas já mortas. Vejamos o que a Palavra de Deus diz sobre este assunto

PARA O ESPIRITISMO - É um dos alicerces da doutrina. Segundo o espiritismo, Deus só revela-se aos vivos por meio destas entidades, que seriam pessoas já mortas que incorporam em “médiuns”, falando, realizando curas, oferecendo conselhos, dando “passes” e “psicografando” livros, cartas, quadros, etc.

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
Deus proíbe qualquer tentativa de comunicação com os mortos e contatos com feiticeiros e ocultistas em geral, veja Deuteronômio 18: 10- 12; I Crônicas, 10:13; Isaias 8:19-20;
No Novo Testamento, Jesus nunca se comunicou com espíritos de pessoas mortas. Se a comunicação com espíritos “desencarnados” fosse cristã, certamente os Evangelhos trariam algum relato desta natureza, mas , pelo contrário, vemos na parábola do rico e de Lázaro que os mortos não podem voltar ao mundo dos vivos. Leia e confirme o que diz a Palavra de Deus em Lucas, 16:19-31;
Atos 19:19 (os convertidos queimaram livros ocultistas, ou seja : quem segue ao Senhor Jesus não pode ter parte em ocultismo de qualquer espécie).
Mas porque Deus proíbe qualquer contato com “espíritos” ? Porque os espíritos dos mortos não podem NUNCA se comunicar com os vivos, então os espíritos que falam através dos “médiuns” NÃO SÃO QUEM DIZEM SER. As manifestações do espiritismo nunca são manifestações do verdadeiro Deus Criador;
Trazem consolações vazias – Zc 10.2;
É obra da carne – Gl 5.19-21
Deus é uma veloz testemunha contra os feiticeiros – Ml 3.5
É ilusão – At 8. 9 e 10
É fonte de lucro – At 16.16
Não consultar os astros – Is 47.13
Não entrarão no céu os feiticeiros e idólatras – Ap 21.8 e 22.15
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8. ANJOS
PARA O ESPIRITISMO - Os anjos são espíritos evoluídos – No livro “O Céu e o Inferno”, Kardec afirmou que: “os anjos são almas de homens chegados ao grau de perfeição que a criatura comporta, fruindo em sua plenitude a prometida felicidade.”

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
Anjos são anjos e homens são homens. Ou seja, são duas criações distintas de Deus.
Foram criados por Deus (Ex 20.11, Ne 9.6 e Cl 1.16);
Já existiam quando o pecado entrou no mundo. (Gn 3.24);
São mensageiros e ministros de Deus (Hb 1.14, Sl 91.11 e Sl 34.7).
A Bíblia não nos autoriza a orar pedindo anjos e condena terminantemente o culto dirigido aos mesmos (Cl 2.18 e Ap 22.8 e 9).
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9. SATANÁS E OS DEMÔNIOS
PARA O ESPIRITISMO - O diabo e os demônios são vistos como espíritos inferiores – Os espíritas não crêem na existência de Satanás e dos demônios, esses são vistos como símbolos de todos os espíritos imperfeitos que não alcançaram o desenvolvimento. A crença bíblica na existência de Satanás e dos demônios, é tida pelo espiritismo como primitiva.

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
Sete livros no Antigo Testamento e dezenove no NT fazem referência à existência de Satanás;
A Bíblia mostra que o diabo e os seus demônios foram anjos que se rebelaram contra Deus, E por isto foram expulsos do céu (Is 14.12-17, Ez 28.13-17 e Jd 6);
Jesus esteve em contato com Satanás (Mat 4:1-10);
Passeia na Terra para cumprir seus propósitos (Jó 1:7; I Pe 5:8);
Arrebata a Palavra de Deus semeada no coração das pessoas (Luc 8:12)
É o pai da mentira ( João 8:44)
Estão condenados para todo sempre aguardando a execução da sentença (Jo 16.11, Lc 10.18, Jo 12.31, Cl 2.14 e 15, II Pe 2.4 e Ap 20.10).
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10. CARIDADE
PARA O ESPIRITISMO - É o único caminho para a purificação do espírito e salvação eterna;
Ignora a obra expiatória do Senhor Jesus; despreza o Seu sacrifício na cruz; nega haver remissão de pecados para os que O aceitam como Senhor e Salvador; nega a eficácia da graça e da fé ao admitir que o pecador salva-se a si mesmo por sua caridade. O espiritismo oferece redenção da alma ao custo da caridade, ou seja: a pessoa é induzida a fazer caridade para ela própria tirar proveito espiritual, não em nome do verdadeiro amor ao próximo. O kardecismo consegue transformar a caridade num ato de egoísmo. Disse Kant que o interesse esvazia o valor do ato moral, e parece que a promessa de recompensa futura é que movimenta a caridade de alguns (espíritas, evangélicos, católicos etc). Mas esse NÃO é o parâmetro cristão bíblico.

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
O único caminho para a salvação é Jesus Cristo (João 14:6);
O cristão é salvo PARA as boas obras. Não PELAS boas obras. O homem não pode comprar sua própria salvação, com obras, a Salvação é dom de Deus, "Pois é pela graça que sois salvos, por meio da fé - e isto não vem de vós, é dom de Deus - não das obras, para que ninguém se glorie, pois somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas" (Efésios 2.8-10).
O homem salvo, ou seja, que crê no Senhor Jesus, na Sua morte expiatória e ressurreição, e na remissão dos pecados, este, por ser nova criatura, faz boas obras. São boas obras - em pensamentos, palavras e atos - decorrentes da fé no Senhor Jesus. A fé a que o cristianismo se refere não é a fé na fé. É a fé no Senhor Jesus. "Mas se é pela graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça" (Romanos 11.6). A fé no Senhor Jesus é evidenciada por nossas obras: "Mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras". "Assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem as obras é morta"(Tiago 2.26);

Quando um homem perguntou ao Apóstolo Paulo o que deveria fazer para ser salvo, Paulo lhe disse :
"Creia no Senhor Jesus , e serão salvos, você e os da sua casa” (Atos 16:31).
Ele não disse para o homem fazer caridade, se penitenciar, orar muito, receber “passes” etc. disse somente : CREIA EM JESUS CRISTO. Certamente, se este homem verdadeiramente creu em Jesus Cristo ele deve ter praticado muita caridade, porque as boas obras são para o cristão uma obrigação, e não um caminho.
As obras distanciadas da fé, não decorrentes da fé no Senhor Jesus, não servem para a salvação. Se a caridade por si só salvasse, o homem pecador poderia alcançar os "mundos ditosos" sem depender de Deus, e de nenhuma espécie decomprometimento espiritual voluntário (fé). O cristianismo ensina que a fé salvífica é a fé no Senhor Jesus Cristo, cuja mais óbvia característica é a negação de si mesmo e daí a prática do bem pelo bem (e não em busca de recompensas espirituais).
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11.REENCARNAÇÃO
PARA O ESPIRITISMO - É a principal crença do espiritismo, seria o retorno do espírito à vida terrena, em um corpo humano, ora para purificar as más ações na vida anterior, ora para cumprir uma missão especial. Seria um meio de purgar os pecados e evoluir moralmente e espiritualmente. Sendo o número de reencarnações sem limites definidos.
João Batista é a reencarnação do Profeta Elias. A crença na reencarnação traz, dentre outras, as seguintes consequencias: 1) sempre haverá uma "segunda chance" após a morte; 2) os que sofrem, sofrem para purgar os pecados de outras vidas, logo, quem não é pobre ou doente, por exemplo, é porque é superior espiritualmente.

PARA O CRISTIANISMO BÍBLICO
Reencarnação não existe. É uma ilusão, um engôdo que visa tirar a atenção para a importância desta vida terrena ÚNICA.
"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo..." (Hebreus 9.27);

Jesus Cristo prometeu a RESSURREIÇÃO e nunca falou sobre "reencarnação" (antiga crença pagã).

A tese da "reencarnação" tenta anular o valor do sacrifício de Jesus. Se o homem pode reencarnar-se porque Jesus morreria por nossos pecados?
A reencarnação é mentira do diabo. Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 3.29, Mt 20.28, I Pe 2.21-25, II Pe 2.1 e Cl 2.14);
A Bíblia declara claramente que quando o homem morre só duas coisas acontecem: o corpo volta ao pó e o espírito volta a Deus (Ec 12.7).
A Bíblia declara claramente que ao homem está ordenado morrer uma só vez (Hb 9.27);
A Bíblia declara claramente que a salvação só se alcança mediante a fé, e nunca meritoriamente (Jo 3.16, At 16.30 e 31 e Ef 2. 8 e 9);
Elias não poderia ter reencarnado porque não morreu, mas foi arrebatado (II Rs 2.11);
Se João Batista fosse a reencarnação de Elias, aquele que teria aparecido no monte da transfiguração, deveria ser João Batista e não Elias (Mt 17.1-3). Pois de acordo com a doutrina espírita: a última pessoa reencarnada é que deve aparecer;
A Bíblia fala que João Batista teve um ministério parecido com o de Elias (Lc 1.17). Este versículo será completamente esclarecido se comparado com a história de Elias e Eliseu (II Rs 2.9-15);
Os judeus não criam em reencarnação, e sim na ressurreição dos mortos (Lc 9.7-8 e Mc 6.14-16);
João Batista disse claramente que não era Elias (Jo 1.21);
Se existisse mesmo a "reencarnação", porque Jesus Cristo não falou claramente sobre ela, como falou de ressurreição e remissão de pecados ? Esqueceu?
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12. A EXISTÊNCIA DE OUTROS MUNDOS

Os espíritas crêem que existem outros mundos onde habitam os espíritos em vários estágios de evolução espiritual. Conforme o “aperfeiçoamento”, os espíritos são transferidos para mundos diferentes. Usam João 14.2 como base bíblica. Fica claro que a referência de Jesus a muitas moradas é para dar a idéia da amplitude do céu.
É curioso como a doutrina que se diz tão racional, admite histórias como a da "Colônia Nosso Lar", . que requer muitas concessões da racionalidade. A Bíblia ensina que existem dois destinos finais para os que morrem: Céu e inferno. Enquanto os espíritas dizem que o inferno é aqui mesmo. (Mt 13.38-43, Jo 3.18, Lc 23.43 e Ap 21.8).


Oremos pelos espíritas e por  TODOS os que se entendem como cristãos mas não seguem a Jesus Cristo, para que conheçam e reconheçam o SENHOR Jesus  como seu único e suficiente SALVADOR.
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Mais sobre a impossibilidade de harmonização entre a doutrina espírita e o cristianismo, leia  "O Espiritismo é Cristão?" .

Envergonhando ou Exaltando o Evangelho de Cristo


- O Testemunho do Cristão no Ambiente de Trabalho.
Já disse um religioso que “o único Evangelho que muitas pessoas vão ler é o nosso exemplo de vida” e isso é uma grande verdade. Quantos e quantos conhecidos nossos são apáticos quando lhe são transmitidas as palavras da Bíblia?


Basta começarmos a falar de Jesus Cristo, vida eterna, espiritualidade cristã, que logo eles fazem aquele olhar distante, concordando com a cabeça mas demonstrando real desinteresse. Pois são justamente essas pessoas apáticas as que só vão conhecer o Evangelho pelo testemunho individual dos cristãos à sua volta.

Pense bem, olhe para seus colegas de trabalho e avalie qual a possibilidade de um deles espontaneamente dedicar 20 minutos para ouvir o Evangelho.
Infelizmente poucos fariam isso e, se o fizessem, seria mais por educação e respeito por quem está pregando.
A vida espiritual é um assunto que a maioria gosta de deixar adormecido, guardado numa religiosidade vazia ou num canto qualquer da mente.

Aí é que entra a força do testemunho silencioso, vigoroso, discreto.

Eu já vi muitas vezes pessoas apontando o dedo para as falhas dos ditos crentes e justificando assim seu desinteresse pelo cristianismo verdadeiro. Tenho certeza que todos devem ter tido experiências semelhantes.
A verdade é que, em especial no ambiente de trabalho ficamos todos, crentes e descrentes, expostos à uma avaliação contínua.

Mas, se o cristão evangélico comete algum deslize moral, voluntario ou não, isso será lembrado. E muito lembrado, em especial quando convidarmos as pessoas para um culto ou oração.

O líder hindu Ghandi, disse certa vez que cristianismo lhe parecia muito bom, “o problema são os cristãos”. A sociedade põe lentes de aumento para examinar a conduta dos que se dizem “diferentes”, pois a diferença incomoda aos iguais.
Assim, nada melhor para eles do que desqualificar os que ousam ser diferentes (para melhor).

É óbvio que neste nosso país está cada vez mais fácil falar mal dos ditos “evangélicos”, pois qualquer vigarista pode denominar-se “pastor”, “bispo” ou “apóstolo” e abrir uma franquia de uma “igreja” para vender bênçãos, milagres e riqueza. Mas não estamos falando disso.

As pessoas do nosso dia-a-dia precisam ver EM VOCÊ o que é o VERDADEIRO EVANGELHO.

Assim, as nossas atitudes e posturas podem envergonhar ou exaltar o Evangelho de Cristo.
Ninguém levará a sério a doutrina defendida por alguém que se sabe mentiroso, supersticioso, egoísta, fofoqueiro, preguiçoso..

Um Pastor disse certa vez que uma das piores frases que um cristão pode ouvir é: “você é crente? Não tinha nem notado!” Não seria triste ouvir isso ?

Mas uma das melhores coisas que pode acontecer a um cristão é ser procurado por aquele colega descrente no momento em que ele sente que precisa de alguém que lhe fale da verdade de Cristo.

Lembre-se que nosso exemplo pode ser o único Evangelho que nossos colegas poderão ler.
Somos o “cartão de visitas” de Jesus Cristo no nosso ambiente de trabalho.
A responsabilidade é grande.
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Um conhecido ex- ateu inglês encontrou o famoso missionário David Livingstone no coração da África e disse: "Fui à África levando o preconceito do maior ateu de Londres, mas quando eu vi, aquele idoso solitário, perguntei a mim mesmo - Qual seria a razão que o levaria a ficar aqui nesse fim de mundo? O que é que inspira esta vida? Por meses fiquei pensando muito nele, enquanto ele levava sua missão para a frente, comandado pela Bíblia, deixando para traz tudo para seguir a Cristo. Vendo sua piedade, sua gentileza, seu zelo, sua sinceridade, pouco a pouco minha simpatia por ele foi aumentando. Fui convertido por ele, apesar de que ele nem tentou me mudar. Não foi a pregação de Livingstone que me converteu, foi a vida de Livingstone."
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"E então? Você, que ensina os outros, não ensina a si mesmo?
Você, que prega contra o furto, furta?
Você, que diz que não se deve adulterar, adultera?
Você, que detesta ídolos, rouba-lhes os templos?
Você, que se orgulha da Lei, desonra a Deus, desobedecendo à Lei?
Pois, como está escrito: "O nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vocês"

(Romanos 2:21-24 NVI)


A Montanha Mágica



Dois amigos ouviram falar de uma montanha mágica que tinha o poder de transformar quem conseguisse alcançar seu topo em um grande homem.
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Se entendendo infelizes e dispostos a alcançar a grandeza e a felicidade, decidiram deixar suas vidas cômodas e aventurar-se em busca da fama, do poder e da fortuna.
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Desfizeram-se de alguns bens, renunciaram às suas ocupações e partiram para a montanha.
No começo, a escalada foi fácil, a ponto de os amigos acharem que somente a decisão de escalar a montanha é que separava as pessoas da felicidade.
Mas aos poucos a subida foi se tornando difícil e arriscada. Muitas pedras, caminho íngreme, quedas, dores no corpo, insetos e cansaço.
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O primeiro dos homens, numa das paradas para descanso, olhou para a planície já distante e lembrando da tranquilidade de sua vida anterior, desistiu da empreitada e voltou para casa. Mas o segundo homem decidiu ir em frente, mesmo sozinho.
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Atravessou rios, matas, abismos.Passou fome e frio, venceu o medo, a insegurança, o desânimo.às vezes quando ouvia lobos tão próximos, pensava em voltar. Mas logo dava mais um passo à frente.
Cruzou cavernas escuras, abriu caminho nas rochas, escalou despenhadeiros, até que exausto finalmente chegou lá em cima, onde as nuvens descansam. E lá só havia pedras, gelo e vento.
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Olhando o céu infinito o homem pensou que aquela era mesmo uma montanha mágica, porque para alcançar o seu cume, ele havia experimentado o limite de suas forças e testado sua determinação. Havia afastado o desânimo, disciplinado sua vontade e persistência, vencido o medo, renunciado ao seu comodismo.
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Agora ele já não era um aventureiro que procura fama, fortuna e facilidades. Mas um vencedor – um grande homem – que havia vencido a si mesmo.
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